Vegetarianos atacam

November 24, 2007
Ataque à Cow Parade

Ação pela libertação animal no Rio danifica aproximadamente 20 vacas da Cow Parade na madrugada do dia 21 de novembro. As ações se deram em bairros nobres da Zona Sul, como Leblon e Copacabana, e no Centro da cidade. Tinta vermelha foi jogada nas cabeças das vacas e foi colado junto às estátuas um manifesto. Leia abaixo.

Sou um ser amargurado. Enquanto muitos me observam diariamente nessa situação constrangedora, tiram fotos e montam no meu lombo, poucos se dão conta que é a minha morte o ingrediente principal em seus almoços e jantares.

Sou um ser incompreendido. Vocês se negam a reconhecer que, embora de espécies diferentes, temos bastante coisas em comum, como, por exemplo: sentir dor e ter muita vontade de viver. Mas de forma cruel vocês me aprisionam, injetam todos os tipos de drogas existentes com o intuito de me fazer crescer ou produzir leite além do normal. Para meus amigos, gados de corte, a vida acaba quando têm apenas 3 anos de idade. Para nós, vacas leiteiras, é reservada uma angustiante maratona de gravidez, pois, assim como toda fêmea, o leite só é produzido para nutrir o bebê. É um bezerrinho atrás do outro.

Imagine só a senhora: depois de dar a luz ao meu filhinho, mal posso alimentá-lo, pois os ?meus donos? querem me explorar ao máximo. Eles retiram meu leite com aquelas máquinas que me dão medo. Por causa da grande quantidade de remédios as minhas tetas ficam bem maiores que o normal, o que me faz sentir muita dor. As inflamações produzem pus e sangue que acabam sendo bebidos por vocês misturados ao leite.

Depois de 4 anos vendo meus filhinhos sendo levados de mim após o parto para, em 4 meses, serem mortos e vendidos aos pedaços como carne de vitela, eis que recebo o golpe final. Assim como os gados de corte e os bois massacrados por anos em rodeios, serei morta de forma cruel e sem oportunidade de escapar, então, como conseqüência da ganância humana pelo dinheiro, disseminarei todo tipo de doenças: obesidade, câncer e doenças cardiovasculares.

Sou, por fim, um ser humilhado, pois além de estar esperando aflita o momento do meu abate fui trazida pra cá: um lugar fedorento, barulhento e cheio de gente estranha, o que me deixa extremamente estressada. Como se já não fosse suficiente me vestem de outdoor ambulante, com adereços horrorosos e por vezes dizeres bizarros. E alguns ainda insistem em dizer que isso é arte…

Eu bem sei o que é arte, e o que fizeram está bem longe disso. Estou aqui mais uma vez como escrava, obrigada a representar uma marca que, assim como meus donos pecuaristas, só pensam em ganhar dinheiro. Através desse tipo de evento essas marcas tentam passar uma imagem de responsabilidade social, assim camuflam toda a falta de caráter que as regem. Vocês sabem muito bem que essas empresas mal se preocupam com a pobreza do país ou com causas ambientais, preferindo investir em propagandas que façam vocês acreditarem que elas são realmente comprometidas com o bem estar da população. Por que tais empresas não doam parte de seus lucros às crianças pobres, ao invés de leiloar uma vaca com sua marca em um evento com proposta ?beneficente??

Vocês podem não concordar, mas o que fizeram comigo é um ótimo exemplo de ARTE DE RUA: interativa e livre o suficiente para lançar questionamentos à sociedade. As manchas de sangue condizem bem mais com a minha realidade. Lembrem-se de mim não como o animal alegre e colorido, mas como o ser triste e humilhado, banhado de sangue e esquartejado, dependurado em um gancho no açougue como um objeto. Lembre-se que aquele ?objeto? um dia teve vida, uma vida que me foi negada para que você sentisse o gosto de meu corpo morto e, quando questionado, ainda se defendesse dizendo que não tem culpa. Isso sem contar toda a água jogada fora, toda a floresta derrubada para dar lugar aos rebanhos de seres como eu.

Estou certa de que em pouco tempo serei assassinada, por isso faço um apelo: pare de matar animais, sejam eles bois, galinhas, porcos ou peixes; informe-se quanto aos benefícios de uma dieta vegetariana ou de um estilo de vida vegano (sem o consumo de ovos, leite, couro, produtos testados em animais e tudo aquilo que dependa da exploração da vida animal para ser produzido); você descobrirá que salvará a vida de muitos animais, preservará o meio ambiente e se tornará uma pessoa mais saudável e feliz.

Alguém pode me explicar quem esses caras querem convencer? Estragando “arte” não é uma boa forma de divulgar o lado bom de sua “ideologia”. Eu diria que uma babaquice dessas é só mais um motivo para mim achar esses caras um bando de pessoas sem o que fazer, não comer carne me vem como uma forma de se mostar revolucionario.
Não tenho nada contar vegans, tenho amigos que não comem carne, desconheço o motivo, mas aceito que alguém pode não gostar de carne, mas não comer por dó de animais?
Bom, concordo que é ridículo usar pele de animais, dente de elefante, couro e etc, isso é um luxo, frescura. Concordo que abandonar animais de estimação é crueldade, testar produtos em cobaias animas também poderia ser evitado. Mas carne deve ser consumida, é um alimento saudável, peixes principalmente.
Gostaria de saber quantos desses herbívoros não bebem refrigerante? quantos não tomam bebidas alcoólicas? Quantos não usam drogas? Ao meu ver essas coisas vazem mais mal ao seu organismo que a tão malvada carne!

Cresci em uma fazenda de gado, sempre fui carnívoro, e posso afirmar que a ordenha das vacas pode ser feita da melhor forma possível sem causar inflamação nas tetas das vacas. Há gado que já foi criado pra dar leite sempre.

Para esses caras eu mostro essa publicidade do Devon’s Steak House, bronze do YGA do ano passado, feito pela agencia CCZ Eletrica, do Brasil.





Para quem quiser saber mais sobre a relação dos humanos com os animais recomendo esse fime:

Imagens fortes, como disse, concordo que talvez não seja a melhor forma de se fazer(carne na alimentação), mas ainda sim é necessária, quanto ao resto sou contra. Não vá deixar de comer carne por causa desse vídeo, heim!

Pra que lado?

September 26, 2007

Para que lado você vê a o silhueta girar?
A teoria é que se você está vendo a silhueta girar no sentido horário, significa que trabalha mais o lado direito do cérebro. Caso você a vê girar no sentido anti-horário, utiliza mais o lado esquerdo do cérebro.

Não acredita?
Se você está vendo a silhueta girar no sentido horário, terá que usar o lado
racional do cérebro, o esquerdo (faça contas de matemática por exemplo), para que imediatamente ela mude para o sentido anti-horário.
Caso contrário, se ela está girando no sentido anti-horário, use o lado direito (subjetivo, artístico), cantando ou assobiando uma música por exemplo, para que ela mude para o sentido horário.

No começo eu cheguei a duvidar, somente quando várias pessoas começaram a falar que ela tinha mudado de sentido e não era o que eu via. Muito interessante. Recebi isso por email, como sendo dica do Carlos Alberto Teixeira do O Globo, mas não confirmei a informação.

oxıɐq ɐɹɐd ɐɔǝqɐɔ ǝp

July 17, 2007

˙˙˙˙ɐɥɐɥnɐnɐɥɥnɐɥ ˙˙sɐɹʇǝl sɐ sɐpoʇ ɐɹıƃ ǝlǝ ˙˙oɐɔuǝʌuı ɐssǝ lɐƃǝl oʇınɯ
Não entendeu? tenta aki: lɯʇɥ˙dılɟ\ɯoɔ˙pɐɟʌǝɹ˙ʍʍʍ\\:dʇʇɥ

Fonte: 30gms

Ilha habitada desaparece

January 1, 2007

Primeira ilha habitada desaparece com o aumento do nível do mar

O aumento do nível do mar, causado pelo aquecimento global, fez com que uma ilha habitada desaparecesse da face da Terra, afirma reportagem publicada pelo jornal britânico "The Independent". De acordo com a publicação, o desaparecimento de Lohachara, na Índia, não tem precedentes. A população da ilha já foi de dez mil pessoas.

O fato foi relatado num estudo de seis anos realizado por pesquisadores da Universidade Jadavpur, em Calcutá.

Ainda de acordo com o "Independent", Lohachara é tão remota que os cientistas ficaram sabendo de seu desaparecimento - e o da ilha vizinha Suparibhanga, que é deserta  - por meio de imagens de satélite.

Dois terços terços da ilha de Ghoramara, que fica próxima às outras duas, também foram permanentemente inundados. O diretor da Escola de Estudos Oceanográficos da universidade, Sugata Hazra, disse ao jornal que "é apenas uma questão de alguns anos" para que Ghoramara também desapareça. Segundo Hazra, há cerca de dez ilhas sofrendo este processo nessa parte do delta indiano. Os 400 tigres que vivem na região também estão em perigo.

Até agora, os especialistas esperavam que as Ilhas Carteret, em Papua Nova Guiné, fossem as primeiras habitadas a desaparecer.

Desabrigados de Lohachara e de Ghoramara se refugiaram em Sagar, ilha que também está perdendo terras para o mar. No total, diz a reportagem, há cerca de 70 mil pessoas morando em ilhas que podem desaparecer com o aumento do nível do oceano.

fonte: O Globo