PDF Unlocker

November 30, 2007

Faz um bom tempo que eu falei sobre o Free PDF Unlock Online. Como era online, era uma ótima opção.
Mas me parece que ele não esta funcionando mais. Uma alternativa é o Freeware PDF Unlocker v1.0.4, muito fácil de usar, depois de instalar é só arrastar o PDF para o ícone do programa que ele desbloqueia.

Download aqui ou aqui.

Vegetarianos atacam

November 24, 2007
Ataque à Cow Parade

Ação pela libertação animal no Rio danifica aproximadamente 20 vacas da Cow Parade na madrugada do dia 21 de novembro. As ações se deram em bairros nobres da Zona Sul, como Leblon e Copacabana, e no Centro da cidade. Tinta vermelha foi jogada nas cabeças das vacas e foi colado junto às estátuas um manifesto. Leia abaixo.

Sou um ser amargurado. Enquanto muitos me observam diariamente nessa situação constrangedora, tiram fotos e montam no meu lombo, poucos se dão conta que é a minha morte o ingrediente principal em seus almoços e jantares.

Sou um ser incompreendido. Vocês se negam a reconhecer que, embora de espécies diferentes, temos bastante coisas em comum, como, por exemplo: sentir dor e ter muita vontade de viver. Mas de forma cruel vocês me aprisionam, injetam todos os tipos de drogas existentes com o intuito de me fazer crescer ou produzir leite além do normal. Para meus amigos, gados de corte, a vida acaba quando têm apenas 3 anos de idade. Para nós, vacas leiteiras, é reservada uma angustiante maratona de gravidez, pois, assim como toda fêmea, o leite só é produzido para nutrir o bebê. É um bezerrinho atrás do outro.

Imagine só a senhora: depois de dar a luz ao meu filhinho, mal posso alimentá-lo, pois os ?meus donos? querem me explorar ao máximo. Eles retiram meu leite com aquelas máquinas que me dão medo. Por causa da grande quantidade de remédios as minhas tetas ficam bem maiores que o normal, o que me faz sentir muita dor. As inflamações produzem pus e sangue que acabam sendo bebidos por vocês misturados ao leite.

Depois de 4 anos vendo meus filhinhos sendo levados de mim após o parto para, em 4 meses, serem mortos e vendidos aos pedaços como carne de vitela, eis que recebo o golpe final. Assim como os gados de corte e os bois massacrados por anos em rodeios, serei morta de forma cruel e sem oportunidade de escapar, então, como conseqüência da ganância humana pelo dinheiro, disseminarei todo tipo de doenças: obesidade, câncer e doenças cardiovasculares.

Sou, por fim, um ser humilhado, pois além de estar esperando aflita o momento do meu abate fui trazida pra cá: um lugar fedorento, barulhento e cheio de gente estranha, o que me deixa extremamente estressada. Como se já não fosse suficiente me vestem de outdoor ambulante, com adereços horrorosos e por vezes dizeres bizarros. E alguns ainda insistem em dizer que isso é arte…

Eu bem sei o que é arte, e o que fizeram está bem longe disso. Estou aqui mais uma vez como escrava, obrigada a representar uma marca que, assim como meus donos pecuaristas, só pensam em ganhar dinheiro. Através desse tipo de evento essas marcas tentam passar uma imagem de responsabilidade social, assim camuflam toda a falta de caráter que as regem. Vocês sabem muito bem que essas empresas mal se preocupam com a pobreza do país ou com causas ambientais, preferindo investir em propagandas que façam vocês acreditarem que elas são realmente comprometidas com o bem estar da população. Por que tais empresas não doam parte de seus lucros às crianças pobres, ao invés de leiloar uma vaca com sua marca em um evento com proposta ?beneficente??

Vocês podem não concordar, mas o que fizeram comigo é um ótimo exemplo de ARTE DE RUA: interativa e livre o suficiente para lançar questionamentos à sociedade. As manchas de sangue condizem bem mais com a minha realidade. Lembrem-se de mim não como o animal alegre e colorido, mas como o ser triste e humilhado, banhado de sangue e esquartejado, dependurado em um gancho no açougue como um objeto. Lembre-se que aquele ?objeto? um dia teve vida, uma vida que me foi negada para que você sentisse o gosto de meu corpo morto e, quando questionado, ainda se defendesse dizendo que não tem culpa. Isso sem contar toda a água jogada fora, toda a floresta derrubada para dar lugar aos rebanhos de seres como eu.

Estou certa de que em pouco tempo serei assassinada, por isso faço um apelo: pare de matar animais, sejam eles bois, galinhas, porcos ou peixes; informe-se quanto aos benefícios de uma dieta vegetariana ou de um estilo de vida vegano (sem o consumo de ovos, leite, couro, produtos testados em animais e tudo aquilo que dependa da exploração da vida animal para ser produzido); você descobrirá que salvará a vida de muitos animais, preservará o meio ambiente e se tornará uma pessoa mais saudável e feliz.

Alguém pode me explicar quem esses caras querem convencer? Estragando “arte” não é uma boa forma de divulgar o lado bom de sua “ideologia”. Eu diria que uma babaquice dessas é só mais um motivo para mim achar esses caras um bando de pessoas sem o que fazer, não comer carne me vem como uma forma de se mostar revolucionario.
Não tenho nada contar vegans, tenho amigos que não comem carne, desconheço o motivo, mas aceito que alguém pode não gostar de carne, mas não comer por dó de animais?
Bom, concordo que é ridículo usar pele de animais, dente de elefante, couro e etc, isso é um luxo, frescura. Concordo que abandonar animais de estimação é crueldade, testar produtos em cobaias animas também poderia ser evitado. Mas carne deve ser consumida, é um alimento saudável, peixes principalmente.
Gostaria de saber quantos desses herbívoros não bebem refrigerante? quantos não tomam bebidas alcoólicas? Quantos não usam drogas? Ao meu ver essas coisas vazem mais mal ao seu organismo que a tão malvada carne!

Cresci em uma fazenda de gado, sempre fui carnívoro, e posso afirmar que a ordenha das vacas pode ser feita da melhor forma possível sem causar inflamação nas tetas das vacas. Há gado que já foi criado pra dar leite sempre.

Para esses caras eu mostro essa publicidade do Devon’s Steak House, bronze do YGA do ano passado, feito pela agencia CCZ Eletrica, do Brasil.





Para quem quiser saber mais sobre a relação dos humanos com os animais recomendo esse fime:

Imagens fortes, como disse, concordo que talvez não seja a melhor forma de se fazer(carne na alimentação), mas ainda sim é necessária, quanto ao resto sou contra. Não vá deixar de comer carne por causa desse vídeo, heim!

E o laranja?

Eu como um defensor das cores dos automóveis não poderia deixar barato.

Hoje meu pai veio me falar do "novo" astra europeu Vectra GT, você já deve ter visto aquela propaganda, do carro andando pelas paredes e tal. Mas meu pai viu em um baner na internet, então foi levado para o site do carro. Ele me falava que achou o carro lindo, me mostrou algumas características e ficou admirando. Aí eu pensei: e as cores? Não vi nada ressaltando a diferente cor laranja do carro (diferente nada porque o fiat idea tinha uma bem parecida).

Bom, o jeito era ir no "monte seu carro" e descobrir as opções. Adivinha… Não havia a tão esperada cor laranja! Ah! deve ser porque esse é pela internet, na concessionária deve ter, pensei.
MAS, olhando mais atentamente você vê:

Como assim? Uma propaganda maciça assim e não me fazem o carro na cor divulgada? Se pelo menos o carro fosse sensacional, só se você quiser um GPS preso com um ventosa no parabrisa, porque esse é de serie, não sei quais cidades estão disponíveis. Agora o ABS não é de serie em todas as versões.

Corrupção na FIFA

November 16, 2007

Tinha que ter um brasileiro no meio da historia. Sei que tem em todo lugar, mas num justifica.

Bom, essa é uma reportagem da Rede BBC de Londres, “Corrupção na FIFA”, do repórter Andrew Jennings.

Fonte: Blog do Juca

Mágica da tecnologia

November 13, 2007

Preste atenção para os termos: “novas tecnologias digitais”, “supercomputadores”, “cirurgia digital”, “toque mágico”, “varinha de condão” e “mago da imagem”.

Engraçado como um coisa tão normal para mim, parece ser tão “mágica” para a maioria das pessoas, mas que é engraçado é!

Esses repórteres viu!

Fonte:Bruno Godoi.

Por que o brasileiro não reclama?

November 8, 2007

Ótima reportagem sobre a sociedade brasileira, da revista época de outubro.
Uma confirmação do que se pode ver facilmente nas ruas do país. O número de pessoas folgadas, que não respeitam os outros, está aumentando em função da grande quantidade de passivos. Não consigo entender como tem gente permitindo que outros abusem de sua boa vontade, e mais ainda, como há seres sem educação. Essas pessoas deveriam ser expulsas do planeta.

Por que o brasileiro não reclama? Porque ele acredita que, se ninguém reage, é melhor ele também não reagir. Essa é a conclusão de um novo estudo sobre a notória passividade nacional

Na volta para casa, na hora do rush, a barriga de 9 meses da operadora de caixa Josy, de 30 anos, vai espremida entre os passageiros do metrô que liga Brasília a Ceilândia, na periferia da capital.
Josy, assim como outras gestantes, mulheres com bebê no colo, idosos e pessoas com deficiência, tem direito a um assento especial em transporte público. É o que diz a Lei Federal no 10.048. No aperto do trem, porém, são poucas as pessoas que cedem o lugar especial à grávida. Josy não reclama. “Não peço, não gosto de incomodar nem de criar confusão”, diz. Nesse mesmo metrô, até 2 anos atrás, o aposentado Antônio Barbosa, 76 anos, queixava-se quando não lhe cediam o espaço reservado para idosos. Depois que um jovem o agrediu verbalmente, desistiu de reclamar. “Ele disse que velho tinha de morrer”.

Não se trata de um problema exclusivo do metrô de Brasília. O brasileiro não tem o hábito de protestar no cotidiano. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglesias, doutor em Psicologia e pesquisador da UnB. Segundo ele, o brasileiro é protagonista do fenômeno “ignorância pluralística”, termo cunhado por Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.

“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?”, diz Iglesias. O problema é que, se ninguém diz nada e conseqüentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado. O brasileiro, de acordo com Iglesias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele não fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.”

Iglesias começou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as reações das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando alguém fura a fila, a maioria finge que não vê. O comportamento-padrão é cordial e pacífico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almoço num restaurante coletivo de Brasília. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem não quer nada, falando ao celular ou cumprimentando alguém. A reação das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aeroviário Sandro, de 29 anos, admite que não reage quando vê alguém furar a fila no banco. “Fico esperando que alguém faça alguma coisa. Ninguém quer bancar o chato”, diz.

Iglesias dá outro exemplo comum de ignorância pluralística: “Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, é raro alguém levantar a mão dizendo que está com dúvidas”, afirma. Ninguém quer se destacar, ocorrendo o que se chama “difusão da responsabilidade”, o que leva à inércia.

Mesmo quem sofre uma série de prejuízos não abre a boca. É o caso da professora Maria Boulier, de 58 anos. Ela já comprou uma enciclopédia em que faltava um volume; pagou compras no cartão de crédito que jamais fez; e adquiriu, pela internet, uma esteira ergométrica defeituosa. Maria Luzia reclamou apenas neste último caso. Durante alguns dias, ligou para a empresa. Não obteve resposta. Foi ao Procon, mas, depois de uma espera de 40 minutos, desistiu de dar queixa. “Sou preguiçosa. Sei que na maioria das vezes reclamar não adianta nada”, afirma.

O “não-vai-dar-em-na-da” é um discurso comum entre os “não-reclamantes”. O estudante Solano Guedes, de 25 anos, diz que evita se envolver em qualquer situação pública. “Sou omisso, sim, como todo brasileiro. Já vi brigas na rua, gente tentando arrombar carro. Mas nunca denuncio. É uma mistura de medo e falta de credibilidade nas autoridades”, afirma.

A apatia diante de um escândalo público também é freqüente no Brasil. Nas décadas de 80 e 90, o contador Honório Bispo saiu às ruas para lutar pelas Diretas Já e pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. No mês passado, quando o plenário do Senado realizou uma sessão secreta para julgar o presidente da casa, Renan Calheiros, o contador tentou reunir alguns colegas para uma manifestação em frente ao Congresso Nacional. Poucos compareceram. Depois disso, Bispo disse que ficou desestimulado. “Os movimentos estudantis não se mobilizam mais. A UNE sumiu”, diz, referindo-se à outrora influente União Nacional dos Estudantes.

O estudo da UnB constatou que a “cultura do silêncio” também acontece em outros países. “Portugal, Espanha e parte da Itália são coletivistas como o Brasil”, afirma o psicólogo. Em nações mais individualistas, como em certos países europeus, os EUA e a vizinha Argentina, o que conta é o que cada um pensa. “As ações são baseadas na auto-referência”, diz o estudo. Nos centros de Buenos Aires e Paris, é comum ver marchas e protestos diários dos moradores. A mídia pode agir como um desencadeador de reclamações, principalmente nas situações de política pública. “Se o cidadão vê na mídia o que ele tem vontade de falar, conclui que não está isolado”, afirma o pesquisador.
(…)

Continue lendo…

Fonte: Update or Die

O boné mais caro do mundo!

Hoje me chamaram a atenção para o boné mais caro do mundo, vendido nas lojas americanas:

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Veja aqui

Meu perfil

November 6, 2007

Memes e mais memes, na verdade faz tempo que não sou chamado para um. Esse veio do Thiago.

Últimos livros comprados: Livros? o que é isso? Bom, saber eu sei, mas que eu comprei?! Pode ser os últimos que li? Como se eu fosse um super-leito. Os últimos foram: Arte da Animação - Técnica e Estética Através da História, A origem das palavras.

Estou lendo agora: No momento nenhum, mas estão na fila: A Cabeça do Brasileiro, e Lula É Minha Anta.

Três livros que significam muito para mim: Talvez o culpado pelo meu nome, Demian, mas não acho que tenho um livro assim tão importante.

Número de livros que tenho: Meu mesmo uns 13, mas aqui em casa tem milhares.

Últimos filmes que vi: Inveja mata, Sem reservas.

Três filmes que significam muito para mim: Lucky Number Slevin, O plano perfeito e Kill Bill. Não sei na verdade, filmes que vieram na minha cabeça, não tenho nenhum muito importante.

Último CD que eu comprei: Foi Splinter do Offspring, mas faz tempo. O ultimo que fiz o download foi Cruel Melody, do Black Light Burns.

Três músicas que significam muito para mim: It’ll Be OK, do Limp Bizkit, Boiler, deles também. Limp foi bom para mim, foi quem me fez gostar de música, como Creed, With arms wide open,

Bebida favorita: Água com gás.

Entidade favorita: Hm…none.

Férias favoritas: Existe ferias ruim? Mas Bariloche foi bom.

Vício favorito: Internet, notícia…

Pronto, agora convido a Bianca, a Renata e o Fábio para responder.
Espero que eles vejam esse post.

Apple vs. menina de 9 anos

November 1, 2007

Muito absurdo. O incrível é a falta de noção da apple para cair num furada dessas, sei que pode ser idiota e sem importância, mas é uma péssima imagem de qualquer forma. A apple já poderia prever que isso ia parar na internet e espalhar para o mundo.

Resumindo a historia: uma menina de 9 anos de idade, fã do seu iPod nano, estava aprendendo a escrever cartas na sua terceira serie. Decidiu, entao, enviar uma carta para o Steve Jobs com algumas sugestões, adicionar letras por exemplo. Tres meses depois recebeu uma resposta do departamento jurídico da Apple, pedindo que parasse de mandar idéias, caso contrário ela seria processada.

Fonte:O velho.