Fim do Photoshop?

July 14, 2007

Nova tecnologia produz colagens fotográficas perfeitas.

Na foto acima, à esquerda, os telhados estragam a cena. Que tal substituí-los por algo mais interessante? Num editor de imagens comum, isso exigiria uma boa dose de habilidade e daria bastante trabalho. Mas um grupo de pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon (CMU), nos EUA, desenvolveu um programa que faz a troca automaticamente.

Para isso, o software examina um banco de imagens em busca de trechos de fotos que possam substituir o elemento indesejado. Um algoritmo compara texturas, cores e formas como quem procura uma peça para encaixar num quebra-cabeça. Neste exemplo, essa análise foi feita em 2,3 milhões de fotos disponíveis no site Flickr. Depois, o aplicativo apresentou as 20 melhores opções de substituição encontradas. Uma delas aparece acima, à direita.

Outro grupo de pesquisa da mesma universidade criou uma ferramenta que possibilita acrescentar rapidamente novos elementos a uma foto. Com ela, é fácil encher de gente ou de automóveis uma rua vazia, por exemplo. Para isso, os pesquisadores montaram um banco de imagens com fotos de pessoas, animais, veículos e outros objetos. O programa examina a cena e busca objetos com características compatíveis para acrescentar a ela.

Pesquisas como essas mostram que aplicativos aparentemente maduros, como o Photoshop, ainda têm muito o que evoluir. No futuro, essas tecnologias poderão colocar fotocolagens complexas ao alcance do fotógrafo leigo em edição de imagens; além agilizar o trabalho dos profissionais. Mas ainda deve demorar alguns anos até que os novos algoritmos sejam incorporados aos aplicativos comerciais.

Fonte: INFO - Blog do Maurício

Caramba! Isso realmente parece funcionar perfeitamente, mas não acho legal. O PhotoShop já ajuda demais, mas fazer algo assim, uma montagem dessas, requer um bom conhecimento, e agora com algo automático? Num acho que vai acabar com algum trabalho ou se vai prejudicar alguém…mas apesar de poder ajudar a economizar um bom tempo e facilitar muita coisa, fazer uma montagem é muito legal..acabar, olhar e falar: “nossa e não que parece real!?” é muito bom.

Desrespeito

Como era de se esperar, a delegação norte-americana foi recebida com muita polêmica. Enquanto a maioria dos torcedores fazia força para vaiar a plenos pulmões, uma minoria tímida tentava bater palmas para os atletas dos EUA.

Diversamente dos nossos hermanos argentinos, os cubanos foram recebidos com aplausos mais calorosos que os dedicados às outras delegações. Nem cabe a desculpa que é único país conhecido, já que o Canadá e a Colômbia também entraram e foram aplaudidas burocraticamente. O público ficou de pé para receber a delegação cubana.

A platéia se transforma em torcida quando a delegação da Argentina, uma das maiores dos Jogos Pan-americanos, adentra o gramado que se transformou em palco. Vaias são ouvidas em todo o estádio, mas logo a empolgação diminui e todos se sentam para acompanhar, sob aplausos, a entrada da Antígua e Barbuda.

Todos se levantam para acompanhar de pé a cerimônia que começou com a bateria da escola de samba Beija-Flor, campeã deste ano do carnaval carioca. Primeiro, os instrumentistas fizeram um apanhado de vários ritmos, do funk ao samba. O público vai ao delírio com os fogos de artifício e faz a coreografia treinada.

Enquanto isso, no campo, os instrumentistas cantam, dançam e regem o público.

Começa a cerimônia

Começou às 17h58 a cerimônia de abertura dos Jogos Pan-americanos no Maracanã, na Zona Norte do Rio. Ao ser anunciado o nome do presidente Luiz Inacio Lula da Silva, houve vaia. A cantora Elza Soares canta o Hino Nacional. Os ônibus da delegação ainda estão chegando ao estádio.

As arquibancadas lotadas aplaudem e começa o novo espetáculo com a luz baixa: flashes de máquinas fotográficas pipocam em todo o estádio. Todos se levantam para cantar o Hino Nacional Brasileiro. O público aplaude o anúncio: está começando os 15o Jogos Pan-americanos.

Foram chamados 4,5 mil voluntários, entre dançarinos e músicos, que foram ensaiados pelos coreógrafos brasileiros Renato Vieira, Carlota Portela e Lola Gabriel e pelos americanos Bryn Walters e Doug Jack.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está no estádio acompanhando a cerimônia, junto com outros chefes de estado, e o prefeito César Maia, o governador de São Paulo José Serra, de São Paulo e o ministro dos Esportes, Orlando Silva. Cerca de 90 mil pessoas assistem ao espetáculo. A segurança no estádio foi feita com 112 detectores de metais, além de aparelhos de raio-x.
A cerimônia

O show terá 5,365 mil fantasias completas de 56 modelos diferentes e 155 alegorias em 24 modelos. Serão mil luzes movidas por computador e 11 mil disparos de fogos de artifício de 127 pontos. Atletas de 41 esportes desfilarão na cerimônia. A comissão Argentina será a primeira a desfilar, por ter sido a primeira sede dos Jogos, em 1951. Depois o desfile seguirá a ordem alfabética, sem o Brasil, que será o último no desfile.

O palco e figurino

O palco da abertura do Pan tem uma base estrutural com o formato helicoidal (caracol). Com a ajuda cênica de luzes, o palco vai assumir outras formas no espetáculo. O cenógrafo e designer Luiz Stein, diretor artístico da cerimônia, é um dos envolvidos na criação da base, que tem diversas rampas para a performance dos bailarinos. São 28m de diâmetro por 5m de altura.

As cores da bandeira brasileira são destaque no figurino da abertura do Pan tanto para os bailarinos quanto para os atletas. Os uniformes da delegação brasileira são “bem brasileiros”. As cores predominantes são o verde, para simbolizar a natureza, e o branco, significando a paz.

Fonte:G1.

O que as pessoas desse pais pensam? o que elas aprenderam com os pais!? Qual o exemplo que querem passar??
respeitando o mundo??

Caramba me revolta ver que existe pessoas que não conseguem diferenciar as coisas, você não concordar com algo: mas descontar nos atletas? Da argentina até eu entendo, porque a rivalidade é justamente com os atletas, mas não aprovo… quem iria se sentir bem se fosse o contrario? mas os EUA? não concordo com o governo, mas seus atletas não merecem essa atitude. Acho uma puta falta de respeito e uma vergonha nacional para com os atletas do panamericano. Mas uma coisa eu gostei, de ver o seu presidente ficar sem saber onde enfiar a cara, a sim.. foi legal…

Farsa em escala global

July 12, 2007

Eleição das 7 maravilhas foi “farsa em escala global”, diz jornal

da BBC Brasil

Um editorial publicado nesta segunda-feira pelo jornal espanhol “El Mundo” afirma que a eleição das sete novas maravilhas mundiais -entre as quais figura a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro- foi uma “farsa em escala global”.

O jornal afirma que os espanhóis ficaram “profundamente decepcionados” ao saber que o candidato do país, o monumental palácio muçulmano da Alhambra, na Andaluzia, não receberá o status.

“A explicação é bem simples: a eleição se deu por votos através da Internet e de telefones celulares. O Brasil tem 188 milhões de habitantes, por isso existia um potencial de votantes muito maior que a Espanha ou a Grécia (que concorria com a Acrópole).”

Apesar de considerar alto o número de votos na eleição -100 milhões, segundo os organizadores- o “El Mundo” disse que o processo foi “um grande negócio” marcado por “simpatias nacionais”.

“O que [o organizador Bernard] Weber fez não foi divulgar estas grandes maravilhas artísticas do mundo, e sim tirar proveito delas do ponto de vista econômico. O que é incrível é que prefeituras e instituições públicas em todo o mundo tenham se prestado a participar desta farsa global.”

“Após o sucesso comercial deste concurso, é certo que dentro de muito pouco tempo serão organizados outros para eleger as sete belezas naturais do mundo ou os onze melhores jogadores de futebol da história”, diz o texto.

“O negócio está assegurado, porque o público está ávido por este tipo de espetáculos, baseados nas possibilidades de participação oferecidas pela Internet e as novas tecnologias. Tudo, entretanto, é apenas espelho criado por um gênio de marketing que deve estar rindo do mundo a estas horas”, conclui o jornal.

França e Alemanha

A crítica ao concurso -e a contestação à eleição do Cristo Redentor- ecoou em outros jornais da imprensa européia. Do país que concorria com a Torre Eiffel, o francês “Le Figaro” lançou a crítica ao número oficial de votantes:

“A organizadora new7wonders reivindica 100 milhões de votos. 100 milhões de votantes? Certamente não: o ‘direito’ estava limitado a um voto por endereço eletrônico, nada impedia de utilizar vários endereços por pessoa e multiplicar da mesma forma os votos por mensagens de celular para ‘rechear as urnas’ virtuais”, criticou o jornal.

“Ninguém achava que a Grande Muralha ficaria ausente. Em comparação, as autoridades do Camboja (13 milhões de habitantes) antecipavam a ausência entre os finalistas do principal sítio arqueológico do país, o templo de Angkor.”

Por sua vez, o alemão Berliner Zeitung diz que a ausência do castelo Neuschwanstein entre os sete escolhidos mostra que “o gosto mundial poderia ser mais refinado”.

“A nova lista se firmará? Dificilmente. A África e a América do Norte estão ausentes. Também porque a América Latina votou por si e contra os ‘gringos’, a Estátua da Liberdade de Nova York não teve chance”, criticou o diário.

“A pré-seleção dos monumentos foi surreal, com campanhas histéricas sendo lançadas na Jordânia, no Brasil e mesmo na Bavária.”

“Além disso, a lista não foi menos eurocêntrica que a antiga, ao contrário do que diz o organizador, o cineasta suíço Bernard Weber: com exceção da Grande Muralha da China e do Taj Mahal, o significado de todas as maravilhas do novo mundo foi originalmente definida por arqueólogos e historiadores da arte ocidentais.”

Fonte:Folha Online.

Senhora Liberdade

A Estátua da Liberdade não é, em rigor, uma estátua; ela é um símbolo, uma história, uma promessa

UMA SENHORA não merece assobios. Questão de educação. Ou, como dizia Wilde pela boca de um personagem, as maneiras são anteriores à moral. O público que esteve presente no circo das Sete Maravilhas do Mundo não concorda com a tese e visivelmente não aprendeu as maneiras em casa. Bastou esperar pelo momento em que a Estátua da Liberdade, indicada para a lista final, apareceu nos écrans do estádio da Luz, em Lisboa. O estádio desabou em apupos e pateadas. Como na canção, “the lady is a tramp”.
Pena. Concordo que a Estátua da Liberdade não é prodígio escultórico ou arquitetônico. Ao vivo, é até um poderoso anticlímax. Tamanho pequeno. Tosca de formas. Inexpressiva como objeto artístico. Comparada com os eleitos, perde em pontuação técnica ou estética, apesar de seis deles serem produto de sociedades bárbaras ou escravagistas -um pormenor histórico que não incomoda as consciências humanitárias (e antiamericanas) do público. Ou julgavam que a China imperial, a Índia muçulmana, as civilizações maia e inca, os nabateus do Oriente Médio e a Roma dos Césares eram um parque de diversões?
Mas a Estátua da Liberdade não é, em rigor, uma estátua. Ela é um símbolo, uma história, uma promessa: a promessa de que, apesar de tudo, e de tanto, seria sempre possível recomeçar. Eis a promessa que recebeu milhões de seres humanos na chegada a Ellis Island. E que tinham na estátua -tamanho pequeno, tosca de formas, inexpressiva como objeto artístico- a primeira senhora gentil em dias ou meses de viagem agreste. Nos filmes de Coppola ou nas páginas de McCourt, a estátua confunde-se com o olhar grato do imigrante que a encontra pela primeira vez, ou pela milésima vez, contando com todas as vezes em que ela aparecia nos sonhos.
A estátua era um porto de chegada, sim. Mas era também um porto de partida: a última visão de casa para meio milhão de rapazes que não regressaram da Europa. Cem mil não regressaram em 1918. Quatrocentos mil não regressaram em 1945. Mas a Europa já esqueceu esses tempos sombrios em que, sitiada por uma máquina de guerra desumana e brutal, olhava para essa estátua -tamanho pequeno, tosca de formas, inexpressiva como objeto artístico- e esperava que uma tocha de liberdade a viesse salvar e iluminar. Como, na verdade, ela veio. Duas vezes.
E para quê?
Para nada: em direto da capital do meu país, a ignorância e a bestialidade da multidão mostraram e comprovaram ao mundo como foi inútil o sacrifício. E como o ódio à América não se distingue, hoje, de um ódio à humanidade: essa humanidade que, falando italiano ou alemão, português ou francês, iídiche ou japonês, foi acolhida pelo mais nobre, e também por isso o mais belo, de todos os monumentos possíveis.
Disse que as maneiras são anteriores à moral. Mas, quem não tem maneiras, não tem moral. A memória da Europa não é apenas curta. É curta e ingrata. Nessa ingratidão, existe a marca do seu caráter. Mas existe também o prenúncio do seu triste e solitário futuro.

Por JOÃO PEREIRA COUTINHO.

Fonte:Folha de S.Paulo.

Não acho o cristo grande coisa, não concordo com a votação, não vai mudar minha vida, mas foi ridículo toda essa mobilização por uma coisa tão mal feita…vergonha.

His Potential is Ours

July 11, 2007

Umas das mais geniais propagandas que eu já assisti!

Fonte:30gms.

Qual o seu preço?

July 5, 2007

Porque o iPod não pode custar 100 reais.

O caráter depende de nós, a reputação depende dos outros. Reputação é um prêmio que você recebe por aquilo que você fez ontem, um lembrete para que os seus padrões de qualidade nunca mais sejam reduzidos. Daquele que deu muito, muito será sempre esperado.

Querida(o) Amiga(o),

A Espanha tem Picasso, a Holanda tem Van Gogh, o Brasil tem Moyses. Eu conheci Moyses anos atrás no Shopping Ibirapuera quando ele tinha uma despretensiosa "lojinha" no canto do corredor do piso mais nobre do shopping, onde expunha a sua valiosa coleção de quadros de cavalos árabes que ele pintava com grande talento. Moyses era especialista em pintar cavalos árabes. A propósito, ele só pintava cavalos árabes: cavalo correndo, cavalo pastando, pares de cavalos, a tropa toda. Certa vez, ao chegar mais cedo ao shopping, eu presenciei a “maneira Moyses” de pintar os seus quadros. Um verdadeiro espanto! Tela branca, uma espatulada azul aqui, outra espatulada branca ali, entorta o pincel para a direita, gira a espátula para a esquerda. Pronto! Surgia ali mais um quadro de cavalo árabe. Moyses pintava seus quadros de cavalos árabes em poucos minutos, ou talvez, seja melhor dizer, em poucos segundos.

Para a maioria dos pintores, o trabalho de pintar um quadro termina na assinatura no canto da tela. Para Moyses, o trabalho de pintar um quadro termina na pintura da etiqueta de preço que é colocada no canto da tela. Com um pincel de ponta fina, Moyses pinta o número dois, quatro zeros separados por pontuação e a nomenclatura monetária do nosso suado dinheiro brasileiro, em outras palavras, Moyses pinta na etiqueta 20 mil reais!!!

Nascia ali mais um produto Premium que seria consumido em questão de poucos dias por algum cliente abastado do Shopping Ibirapuera.

O quadro, recém pintado, era o filho mais novo do mestre-pintor e um dos mais baratos da sua coleção em exposição. Moyses vendia os seus quadros de cavalos árabes por 10, 20, 30, 40, 50 mil reais! E vendia, vendia tudo!

Você pode pensar que Moyses era louco, afinal, aprende-se nas escolinhas de “marketingue” que a redução de preços é uma das melhores estratégias de penetração de mercado que existem para conquistar novos clientes. Além disso, aprende-se na escolinha da vida, segundo os melhores "professores" de vendas do mercado, (os chamados VIP Account Managers, Strategic Market Accounts ou Territory Managers ou qualquer outro título-panacéa criado pelas empresas para disfarçar a condição de vendedor do vendedor), que o aumento de vendas está diretamente relacionado com a queda nos preços. (…)

Continua…

Muito interessante esse texto do Ricardo Jordão Magalhães do Bizrevolution. Confesso que nunca tinha pensado por esse lado, e me pareceu muito convincente.

Fonte: Saber é Bom Demais!!.

Devido ao um mal entendido cometido não só por mim, acabei dando a autoria para a Mônica Fuchshuber. Peço desculpas a ela e ao Ricardo Jordão.

Garantir sua aprovação

July 4, 2007
Lula anuncia aumento de 18% no Bolsa Família

Auxílio médio pago às famílias carentes passará de R$ 62 para R$ 72.
Aumento representará gasto adicional de R$ 400 milhões em 2008.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na noite desta terça (3), em Fortaleza, o aumento do benefício do Bolsa Família em 18,25% passando o rendimento médio pago às famílias carentes de R$ 62 para R$ 72. O aumento, neste ano, vai representar um gasto adicional de R$ 400 milhões e em 2008 o desembolso anual será de R$ 1,3 bilhão.

O presidente anunciou também que o governo vai começar a distribuir merenda escolar nas escolas de ensino médio. O custo este ano, do novo programa, por ano, será de R$ 362 milhões e 8,3 milhões de jovens que fazem o segundo grau serão beneficiados.

No discurso, Lula lembrou que seu governo “foi execrado” pela direita e pela esquerda quando instituiu o Bolsa Família, mas ressaltou que este era o caminho possível para construir o Brasil que queria.

Comparando-se mais uma vez o ex-presidente Getúlio Vargas, disse: “a verdade nua e crua é que poucas vezes se pensou em política social como pensamos. Tirando Getúlio Vargas, quero saber quem esteve tão perto dos pobres”. Em seguida, reconheceu que não fez tudo o que queria, mas o que podia.

Em tom inflamado, Lula comentou que “não fez a reforma agrária que precisa fazer”, mas atacou o governo anterior comparando e dizendo que fez muito mais. Declarou também que o cadastro do Bolsa Família que existia antes “não era sério” e que “pela primeira vez tem um cadastro que merece respeito”.

Mas, ainda assim, ressaltou o presidente, sempre existe, “no meio de gente séria, picaretas, que se beneficiam indevidamente do programa”. “É preciso estar vigilante”, alertou ele. “Não é possível que uma pessoa não tenha vergonha na cara de tirar R$ 70 da boca de alguém que está passando fome”, criticou.

Fonte: G1.

Nossa, olha como nosso presidente é bonzinho… vai aumentar a esmola.
Enquanto 1/4 do país quer matar ele por causa de problemas gravíssimos, como o caos aéreo, e com os escândalos de corrupção que ele insiste em não ver e ainda apoiar o oriundo de uma progenitora sexualmente prostituída. Ele tem que manter os seus fieis eleitores, os mesmos que avaliam o seu governo como bom. Mostrar que se se importa com a população carente, que infelizmente colocou ele lá, mas e o resto? Sinto muito mas isso poderia simplesmente depender dessas pessoas, enquanto o Brasil se implode com o caos da péssima administração. Cadê os responsáveis? Por que não foram demitidos? Por que o SEU presidente num faz nada!? NADA mesmo, parece que ele esta alheio a tudo.. situação RIDÍCULA.

Meme: O que estou ouvindo?

Opa! Não costumo falar sobre mim no blog mas, pela segunda, vou aceitar o convite desse meme feito por Fernando, do Four Live Blog, e o convite feito pelo Malka.

Música…até os 2000…2002 não sei exatamente, eu nem me interessava por isso, talvez por não ter encontrado algo que realmente fosse bom pr mim, ouvia só as musicas do meu pai, enquanto era bonbardeado por esse lixo musical brasileiro. Acho que comecei a ouvir Red Hot Chili Peppers e Raimundos, bem naquele bum que teve. Então eu fui apresentado ao rock e a eletrônica em geral, no bum da musica eletrônica, dos dance, e musiquinhas de balada, mas diria que meu gosto ainda num estava estabilizado…
Consigo separar bem a época em q eu estava sendo introduzido na musica, onde todos meus amigos me mostravam as suas musicas, e de quando comecei a adorar essa coisa, e partir para a busca do que realmente eu gosto, e hoje me vejo como um dependente.

Hoje, não sei se condigo definir o que eu gosto, não gosto da idéia de classificar musicas por sub-estilo, então eu digo q gosto de rock, desde um Paralamas até Marilyn Manson, mas com um gosto especial pelo limite entre o rock e o eletrônico, daft punk (acho que entra aqui), e até alguns participantes do dance. O que eu definitivamente não ouço, veja bem, eu não gosto de Nxzero, Fresno, não gosto de Charlie Brown, num gosto muito de u2, num gosto muito de Iron Maiden, etc.. Mas eu escuto de boa, tenho algumas musicas. Aliás, no meu computador você não vai encontrar algo que não goste, costumo deixar sempre no random e quando toca uma música que por um acaso eu não gosto, simplesmente a deleto. Voltando… O que eu não ouço, eu odeio, e não me sinto bem em ambientes de sertanejo, axé, forro, samba, e coisas do tipo, funk, também… Até respeito grande nomes do samba, samba de verdade, e tal, imagino que os caras são bons mesmo, mas num ouço. Num é para mim… Agora para Tati quebra barraco e inimigos da HP, etc. eu nem respeito, acho uma merda e tenho dó de quem gosta.
uhauhahauuh…

Bom, poderia ter resumido mostrando o meu last.fm, um site que eu acho uns dos melhores da bolha 2.0. Lá todo mundo pode ter a total idéia do que eu estou ouvindo. Acho que é isso, até que falei demais…

Top Artists Overal (by last.fm)
1 Green Day 1,276
2 Queens of the Stone Age 1,194
3 The White Stripes 1,054
4 Limp Bizkit 1,006
5 The Offspring 985
6 Blink-182 927
7 System of a Down 864
8 NOFX 857
9 Foo Fighters 705
10 Snow Patrol 695

Para esse meme eu convido a Bianca, do Amplexo online, e o Fábio Ricotta.

Esculturas cinéticas

July 2, 2007

Realmente incrível o que esse cara faz.